Do SPFW para a praia: guia de maiôs e biquínis para o verão 2018

O verão ainda não chegou, mas a nova temporada do São Paulo Fashion Week (SPFW), que acontece entre os dias 26 e 31 de agosto de 2017, nos deixou ansiosas para a estação mais quente do ano! São muitas tendências que prometem bombar nas praias brasileiras, e nós escolhemos os modelos de biquínis que vão fazer você arrasar na areia, na piscina, na cachoeira…

Amarrações

Moda praia SPFW
Da esquerda para a direita: Água de Coco, Triya, Vix. (Divulgação/Divulgação)
Quando pensamos em biquínis, amarrações são parte do pacote – seja na lateral do tradicional cortininha, seja pra dar aquele charme no lacinho do tomara que caia. Mas no verão 2018, elas ganharam destaque e tamanho.
A marca Água de Coco apresentou as amarras de um jeito que lembram o efeito de uma blusa presa na cintura. Já a Triya nos conquistou nas repetições, fazendo uma brincadeira com o lacinho entre os seios do tomara que caia e repetindo-os em estampas diferentes. A Vix também fez bonito: aplicou nós a seus modelos mais básicos, dando um ar moderno e delicado.

Decote V

Moda praia SPFW
Da esquerda para a direita: Água de Coco, Lenny Niemeyer, Vix (Divulgação/Divulgação)
Dos mais discretos aos mais profundos, o decote V é um clássico na moda. Os maiôs, que se tornaram um item de desejo nas últimas temporadas, vêm com V maiúsculo e prometem dominar as praias no próximo verão. E as estampas valorizam o formato: na Água de Coco as peças chegam em clima tropical; na Lenny Niemeyer em uma geometria elegante e inusitada e na Vix, em listras democráticas.

Ombro a ombro

Moda praia SPFW
Da esquerda para a direita: Água de Coco, Triya e Lenny Niemeyer. (Divulgação/Divulgação)
Vestidos e blusas estilo ombro a ombro acrescentam um charme a qualquer look. O colo de fora – que há algumas temporadas aparece em peso no street style – agora conquista o beachwear. Fica a dica: combinado com uma calça de cintura alta, o maiô pode sair direto da piscina para a balada e fazer o papel do body. Já os tops com saia mid dão um ar romântico e contemporâneo ao visual. 

Texturas e trabalhos manuais

Moda praia SPFW
Da esquerda para direita: Água de Coco, Lenny Niemeyer, Vix (Divulgação/Divulgação)
O trabalho manual vem mantendo seu espaço na moda praia – e seu lugar no pódio é merecido. Os recortes da Água de Coco dão um toque especial ao look, assim como a aplicação em forma de folha no modelo da Triya, que enche de personalidade a tradicional saída de rede. Para as mais minimalistas, a aposta são os modelos com textura, que lembram técnicas manuais, como o maiô da Vix.
Fonte: Boa Forma

O Magnésio e seus principais benefícios para o organismo e o humor




Um mineral importante para o bom funcionamento de diferentes funções do corpo humano, o magnésio é reconhecido por oferecer vários benefícios: retarda o envelhecimento, diminui a fadiga muscular, contribui para o bom funcionamento do sistema cardiovascular e, um estudo científico realizado recentemente nos Estados Unidos, aponta que ele ajuda a combater os sintomas da depressão. Banana, espinafre, couve, amêndoas e nozes são fontes naturais de magnésio, que também é comercializado em cápsulas, como o suplemento Schraiber, cujo preço médio é de R$ 45,00. 

A empresa tem ainda as opções combinadas como outros nutrientes, como Suplemento Schraiber Cálcio de Ostras com vitaminas D, magnésio e zinco (Preço: R$ 42,00); e a opção vegana Suplemento Schraiber de Cálcio e Magnésio à base de Dolomita (R$ 29,00). Converse a respeito com seu médico!

 
Sobre a Schraiber

Fundada em 1988, a Schraiber tem ampliado sua participação no mercado por meio de uma estratégia focada no lançamento de produtos que conquistam a confiança dos consumidores, profissionais e empresas-parceiras (lojas de produtos naturais, farmácias de manipulação, varejistas e distribuidores). Seu portfólio é formado por suplementos nutricionais, cosméticos naturais, nutricosméticos e também matéria-prima para homeopatia e florais.

A Schraiber não testa seus produtos em animais, além de utilizar somente embalagens recicláveis. Outros diferenciais da empresa são as linhas com certificação Kosher e a Vegana (sem ingredientes de origem animal) – os produtos apresentam os selos de identificação nas embalagens. Em alinhamento com sua política de desenvolvimento sustentável, é apoiadora do PETA - People for the Ethical Treatment of Animals.

Desta forma, a empresa tem se destacado pela qualidade, controle na origem da matéria-prima e pelas ações de proteção ao meio ambiente, que demonstram respeito à biodiversidade.

Mais informações:
Chris Santos – assessora de imprensa e consultora de marketing digital
Tel. (11) 98456 4810

Micropigmentação da sobrancelha: 10 dicas para não errar

Sobrancelha; beleza (Foto: Thinkstock) 

Ter as sobrancelhas perfeitas é o sonho de qualquer mulher. Mas, com a micropigmentação em alta, é preciso tomar certos cuidados para acertar no escolha do profissional e da técnica para sair satisfeita. Segundo a micropigmentadora Cintia Nogarolli, do W Spa, no Rio de Janeiro, o primeiro passo é sempre exigir que o material descartável seja aberto na frente da cliente. “É importante, também, desconfiar de preços abaixo da média, pois o material usado é caro e um profissional capacitado e bem preparado investiu em cursos de alto valor”, explica. Abaixo, 10 dicas para não errar na micro da sobrancelha nunca:

1- Escolha um profissional capacitado, com formação em um curso confiável, e procure conhecer o resultado de trabalhos anteriores.
2- Busque informações sobre os pigmentos usados, que devem ser importados ou nacionais liberados pela Anvisa. Isso garante uma cor mais bonita por mais tempo.
3- A escolha da técnica mais apropriada deve ser de comum acordo entre profissional e cliente, por isso peça explicações sobre todas. Hoje a que deixa o resultado mais natural é a microblading. Essa técnica é a mais moderna, natural e dura cerca de um ano.
4- Não é necessário deixar a sobrancelha crescer bastante para realizar o procedimento.
5- Como o objetivo do trabalho é o de imitar os fios, a cor escolhida deve seguir a cor natural da sobrancelha e não dos cabelos.
6- O desenho dos fios deve seguir a curvatura e sentido do nascimento dos fios para garantir a naturalidade. Quando isso não é respeitado, o trabalho de fio a fio fica artificial ou igual a um jogo da velha.
7- O espaço entre os fios, no caso da micropigmentação fio a fio ou da microblading, deve ser respeitado. Se forem feitos muito juntos, colados ou cruzados, no dia até pode ficar bonito, mas após a cicatrização vira um borrão dentro de pele. Por isso, não fique achando que espaços vazios devem ser preenchidos totalmente – eles deixam o trabalho natural.
8- Siga os cuidados pós procedimento à risca: isso garante maior fixação do pigmento. É necessário, por exemplo, fazer a assepsia com água morna e sabonete neutro e evitar maquiagem e creme sobre a área. Além disso, é necessário evitar sol, praia, piscina e sauna principalmente nas primeiras 48 horas. E não arranque a casquinha: deixar sair naturalmente.
9- A longo prazo, não use ácidos ou faça peelings químicos sobre o trabalho. Manter a pele sempre hidratada também ajuda a manter a cor mais viva.
10- Volte para o retoque sempre no prazo estabelecido pela profissional. Um tempo maior do que o apropriado pode atrapalhar o resultado final. Durante o processo de cicatrização é normal que a cor fique um pouco embaçada ou fraca divido ao processo metabólico que ocorre na área, por isso não se desespere. A cor ressurge em poucos dias.

Fonte: Marie Claire

Tire suas dúvidas sobre os métodos contraceptivos hormonais


Tire suas dúvidas sobre os métodos contraceptivos hormonais

Os anticoncepcionais hormonais são os mais utilizados pelas mulheres no Brasil e no mundo[1]. Eles são importantes na prevenção da gestação não-planejada, principalmente entre adolescentes e jovens, que estão começando a sua vida sexual e têm pela frente um mundo de descobertas e escolhas.  Mas, por que é necessário pensar nesse assunto?

A gravidez em idade precoce traz mudanças na rotina e tem impactos sociais e psicológicos[2], pois muitas garotas precisam abandonar os estudos, desistem de seguir uma carreira e enfrentam a crítica da família. A vinda de um bebê muda também a vida dos garotos, que deveriam assumir a responsabilidade e apoiar a futura mamãe, dando suporte emocional e financeiro (o que não implica em ter de casar). Apostar na prevenção da gravidez é sinal de amadurecimento e proporciona mais tranquilidade para curtir a relação.

Nessa matéria, entrevistamos a médica ginecologista e obstetra, Dra. Sylvia Maria Oliveira da Cunha Cavalcanti, que apoia o movimento nacional “A vida é feita de escolhas”, que tem como objetivo levar informações de qualidade sobre educação sexual, prevenção de gravidez e planejamento familiar a mulheres e homens em todo o Brasil, principalmente adolescentes.
Dra. Sylvia é Membro do Comissão Nacional de Sexologia da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO); Mestre em Saúde Materno Infantil; Professora da Faculdade de Medicina do Centro de Ensino Unificado de Brasília; Especialista em Ginecologia da criança e da adolescente pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Especialista em sexologia e Educação sexual pela FLASSES (Federação Latino Americana de Sexologia e Educação Sexual) e membro da Sociedade de Ginecologia Infanto-Puberal (SOGIA).

Quais são os métodos contraceptivos hormonais?[3]

Qualquer método contraceptivo deve ser prescrito por um ginecologista, que vai fazer também um acompanhamento da adaptação da mulher ao medicamento escolhido. Os anticoncepcionais hormonais são comercializados em diferentes apresentações e são compostos por uma combinação de hormônios, geralmente estrogênio e progesterona sintéticos. Apresentam alto percentual de eficiência para evitar a gravidez –  acima de 99%. Entretanto, nenhum anticoncepcional hormonal protege das DSTs – doenças sexualmente transmissíveis -  como a AIDS, a sífilis e o HPV. Por isso, tem que usar a camisinha também, para não se infectar com alguma doença.  

Pílula de uso oral: um dos métodos mais populares, a pílula é composta por hormônios que inibem a ovulação. Ela deve ser tomada por via oral diariamente. Há vários tipos de pílulas, que variam conforme os hormônios utilizados. Existem aquelas que a mulher pode tomar de forma contínua, sem menstruar. Algumas versões pedem uma pausa entre uma cartela e outra. As pílulas mais modernas têm baixa dosagem de hormônios, raros efeitos colaterais, reduzem os sintomas da TPM, regulam o ciclo e o fluxo e ainda ajudam a combater as espinhas. Atinge até 99,7% de eficiência na prevenção da gravidez.



Anticoncepcional injetável: composto por hormônios que são gradativamente liberados no organismo e impedem a ovulação. Deve ser aplicado uma vez por mês ou trimestralmente, dependendo do tipo da sua formulação. Eles têm a vantagem da praticidade e atingem até 99,9% de eficácia contra a gravidez.

Anticoncepcional em forma de adesivo: aplicado na pele no primeiro dia da menstruação, ele libera hormônios que inibem a ovulação. Deve se trocar o adesivo a cada semana, por 3 semanas consecutivas e fazer uma pausa na quarta semana. Sua eficácia é de até 99,7%, que pode ser reduzida em mulheres acima do peso.

Implante contraceptivo: um bastão que mede 4 cm x 2 mm. Ele é introduzido sob a pele e libera hormônios gradativamente, impedindo a ovulação. Sua eficiência é de 99,9% e ele só precisa ser trocado a cada três anos. Sua aplicação só pode ser feita pelo ginecologista, que avaliará se é o contraceptivo mais adequado para você.

DIU – Dispositivo intrauterino: existem dois tipos de DIU - o de cobre e o hormonal (também conhecido como SIU). Ambos são introduzidos no útero e impedem a passagem dos espermatozoides para as trompas, a fim de evitar a fecundação do óvulo. A diferença é como eles funcionam: o de cobre  age de forma local, deixando o ambiente uterino “tóxico” porque possui propriedades espermicidas que “matam” os espermatozoides ou diminuem sua movimentação; o segundo tipo libera hormônios no útero que alteram o movimento normal do esperma no útero e dificulta a chegada dos espermatozoides às trompas, além de provocar espessamento do muco do canal cervical. Esses dispositivosalcançam 99,4% e 99,8% de eficiência, respectivamente, são trocados a cada 5 anos e devem ser aplicados e removidos pelo ginecologista.
Pílula do dia seguinte: chamada também de “pílula de emergência”.  Isso quer dizer que ela realmente só deve entrar em cena em um caso de extrema necessidades, quando a garota esqueceu de tomar a pílula ou se a camisinha estourar. Deve-se evitar seu uso, porque ela tem alta concentração de hormônios e, se usada de maneira habitual, pode trazer efeitos colaterais e complicações. Ela deve ser tomada até 72 horas após a relação, tem eficiência de até 75%, sendo que quanto antes se tomar, maior sua eficácia. Ela impede a fecundação, mas não tem efeito se o óvulo já tiver sido fertilizado pelo espermatozoide, ou seja, não tem efeito abortivo.

Sobre o Movimento A Vida é Feita de Escolhas
Consenso entre os principais estudos brasileiros e internacionais sobre o assunto[4], a orientação é sempre um caminho essencial para a prevenção da gravidez na adolescência, um problema de saúde pública no Brasil. Por isso, objetivo o Movimento A Vida é Feita de Escolhas tem como objetivos realizar um trabalho de conscientização para estimular discussões, o engajamento e a mobilização. A ideia central é trabalhar para que gravidez na adolescência seja fruto de uma escolha e não um “acidente”. As informações sobre comportamento, saúde e educação sexual terão o respaldo de especialistas, como ginecologistas, sexólogos e educadores. O movimento conta com site (www.avidaefeitadeescolhas.com.br), uma página no Facebook (@vidafeitadeescolhas), perfil no Instagram (@avidaefeitadeescolhas_viva), material educativo distribuído em consultórios de ginecologia e palestras em escolas.

Sobre a EMS
Maior laboratório farmacêutico no Brasil, líder de mercado tanto em unidades comercializadas quanto em faturamento, pertencente ao Grupo NC. Com aproximadamente cinco mil colaboradores e mais de 50 anos de história, atua nos segmentos de prescrição médica, genéricos, medicamentos de marca, OTC e hospitalar, fabricando produtos para praticamente todas as áreas da Medicina. Tem presença no mercado norte-americano por meio da Brace Pharma, empresa com foco em inovação radical. A EMS também investe consistentemente em inovação incremental e é uma das acionistas da Bionovis, de medicamentos biotecnológicos – considerados o futuro da indústria farmacêutica. Com unidades produtivas em São Bernardo do Campo, em Jaguariúna e em Hortolândia (SP), onde funciona o complexo industrial, incluindo o Centro de Pesquisa & Desenvolvimento, um dos maiores e mais modernos da América Latina, e a unidade totalmente robotizada de embalagem de medicamentos sólidos, além de contar com a Novamed, localizada em Manaus (AM), uma das cinco maiores e mais modernas fábricas de medicamentos sólidos do mundo, a EMS exporta para mais de 40 países - www.ems.com.br.
Mais informações para a imprensa:
ASSESSORIA DE IMPRENSA DA CAMPANHA “A VIDA É FEITA DE ESCOLHAS”
Chris Santos Notícias
Chris Santos – chris@chris-santos.inf.br (11) 9 8456 4810

ASSESSORIA DE IMPRENSA INSTITUCIONAL
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Rosângela Manchon – rosangela@cdicom.com.br (11) 3817-7968


[1] Manual de Orientação Anticoncepção da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo).
[2] Dias ACG, Teixeira MAP. Gravidez na adolescência: um olhar sobre um fenômeno complexo. Paidéia (Ribeirão Preto). 2010;20(45):123-31
[3] Informações baseadas nos seguintes documentos e publicações: https://www.nichd.nih.gov/health/topics/contraception/conditioninfo/Pages/types.aspx.
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/0102assistencia1.pdf ; Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e obstetrícia; Manual de Critérios Médicos de Elegibilidade da OMS para Uso de Métodos Anticoncepcionais; Giordano et al. Contraception in adolescents; Adolescência & Saúde.2009.
Opções de Anticoncepção na Adolescência. Organização Pan-americana da Saúde.2016 Ministério da Saúde e Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (Sogesp).
[4] Finer LB, Henshaw SK. Disparities in rates of unintended pregnancy in the United States, 1994 and 2001. Perspect Sex Reprod Health 2006; 38: 90-96. - World Health Organization. Medical eligibility criteria for contraceptive use. 5 ed. Geneva: World Health Organization; 2015: 268 p